terça-feira, 17 de janeiro de 2017

oficina diagnostica ano 5

Mais um ano se inicia desta feita ficamos apreensivas sem saber se continuávamos ou não no programa no programa de iniciação a docente ou não por conta de cortes que o governo pretendia fazer, por fim resolveram continuar com os projetos e assim fomos pensar nas nossas intervenções.
De inicio fui logo surpreendida com as mudanças feitas pela nossa coordenadora, pois a mesma mudou as equipes e seus supervisores confesso que no momento não gostei muito pois gostava da equipe que já vinha trabalhando desde 2014.
Senti muitoa falta de Mary e de Camila, juntas que apesar de não concordarmos em todo,éramos um trio trabalhava, juntas e misturada  e no final tudo acabava dando certo,hoje o que me restou foi Camila e continuaremos discordando brigando no face porem trabalhando. Enfim a parte boa de mudar de equipe foi passar a trabalhar com a professora jocelice que temqualidade profissional e uma disponibilidade para ajudar que dispensa comentários, tanto quando quanto a minha antiga supervisora a professora lucia. Umaoutra decepção dessa mudança é que achei que eu fosse trabalha com rosiara porém ela foi pro meu grupo antigo e não tive a oportunidade quem sabe em outro momento, mais deixo aqui minhas lembranças boas do passado e passarei a preserva e trabalhar no presente.
Desta feita fomos induzidos pela coordenadora a pensar em uma oficinadiagnostica que possibilitaria a nós conhecermos a nova turma que por sua vês era de 5 ano onde os desafios com certeza serão maiores, assim fizemos, apesar de já termos trabalhado contos e fabulas com eles optamos por continuar com esse gênero porque queríamos saber até aonde  a turma  já tinha avançado, até por que entramos na escola no mês de agosto e todo um trabalho já tinha sido feito pelas professoras até o momento e assim fizemos.
Escolhemos a fabula o coelho e o sapo que trata da questão da esperteza e também das consequências que a vida alheia pode trazer aquém tanto se importa. Como de costume já nas reuniões fizemos o plano e apresentamos aos demais colegas para uma possível correção e sugestõespara a reconstrução do plano, nesse dia ficamos sabendo pela coordenadora que deveríamos ter feito algo mais atual que chamaria mais atenção dos alunos concordamos com ela porém continuamos com o nosso plano, e nós propusermos que nas próximas intervenções adotaríamos temas atuais pois sabemos das necessidades dos alunos de mudança e uma vês que a sociedade muda a escola também acompanha essa mudança, para não se torna algo chato e enfadonho. Voltando ao plano recebemos todas as criticas e sugestões e reconstruímos o nosso plano, como sempre de forma conjunta e compartilhada.
No primeiro dia de intervenção, fizemos uma dinâmica onde os alunos deveriam desenhar um animal que o representar-se, e explicaria o desenho se alto apresentando, confesso que fiquei um pouco frustrada nessa dinâmica pois nem todos os alunos quiseram falar o porque do seu desenho coisa mais que natural para o primeiro dia, no entanto não justificável, já que estamos falando de alunos do quinto ano, ao termino das ,apresentamos as fabula para eles, e aplicamos as atividades dividas por nível silábico, depois do intervalo que dura de 15 horas as 15 e 30, pedimos a ele que refizessem a fabula e mudasse o final de acordo com o entendimento de cada um. Vale ressaltar queto do instante o conhecimento prévios deles a cerca do assunto foi questionado e cada resposta levada em consideração
E assim foi feito, eles refizeram o conto e passamos para a parte lúdica da oficina a construção do sapo já que ele foi o protagonista da fabula, construímos junto com os alunos  um porta lápis com garrafa pet e emborrachado. No segundo dia de intervenção, cada bolsista sentou com seus respectivos alunos e fizemos a correção do texto, sendo que já tínhamos feito a correção em casa de cada aluno e sentamos para vê onde eles acertaram, e onde precisava melhorar, tudo realizado e observado pelos olhos atento da professora supervisora Jocelice e assim foi nossa oficina diagnostica, feita no chão da escola que é onde nó tornamos professores e fato.  



 




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