sábado, 21 de janeiro de 2017

III INTERVENÇÃO AUTORES LITERARIOS CONTERRANEOS


Mais uma vês estávamos com o dever de voltar a escola e desta feita ficamos na duvida do que fazer em sala de aula foi então que a  nossa supervisora, Jocelice, nos propôs falarmos de da nossa cidade “Jequié” já estava se aproximando a data de aniversario, nada mais apropriado contarmos para os alunos a historia da cidade.  Diante disso começamos a pensar no que fazer, foi que decidimos dividir os dias de intervenção e as tarefas, uma dupla de bolsistas  foi nos primeiros dias e falou sobre a historia de Jequié, e eu e mais duas colegas fomos nos últimos dias e levamos a arte jequiéense, representada por autores literários da nossa terra que ao convidarmos  se colocou a disposição de nós ajudar a partilhar literatura para as crianças.
No primeiro dia lemos apresentamos cada autor e lemos pra eles suas poesias, logo após pedimos a eles que ensaiasse o hino de Jequié, pois iríamos apresentar no dia seguinte para nossos convidados, logo após o ensaio passamos a construir um cartaz que representaria cada poesia lida. E com a participação de todos os  alunos conseguimos concluir a s atividades do primeiro dia
No segundo dia chegamos e encontramos os alunos eufóricos pra saber se realmente os autores íamos cumprir a promessa de passar uma tarde literárias com eles. Logo em seguida chegaram nossos convidados e os ânimos foram se acalmando,tivemos a presença de Marcio Nery e Cristiano Conceição convidamos também a escritora Raiana Soares porém por motivos pessoais elanão pode comparecer.
E tivermos uma tarde linda, cada autor se apresentou contou um pouco de sua história depois os alunos apresentou os cartazes feitos por eles e cantaram, tivemos também declamação de poesias por parte dos autores e por fim cantamos o hino de Jequié.Acredito que  essa em especial foi uma das melhores intervenções feitas pois foram dois dias agradáveis, todos participaram não houve resistência  dos alunos os escritores cumpriram com a promessa de participar e tudo que foi planejado foi cumprido de forma plausível. E essas alegrias que me encoraja a fazer cada dia mais o papel de estudante, pois ao me debruçar nos livros para aprender o que é ser professor de verdade entendo que, não adianta só querer tenho que buscar de forma ativa a minha formação de professora, pois não nascemos profissionais, tornamos através dos nossos empenho e a colaboração de colegas, no meu caso os pibianos dos anos inicias  que de forma conjunta e colaborativa contribui para minha formação. 
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II INTERVENÇÃO MINHA MUSICA TEM HISTORIA

Passada a apreensão de estar no grupo novo em uma  turma nova e com outra supervisora era hora de adentrar de vês em sala de aula e Depois do diagnostico feito no ano 5 pensamos em levar algo novo e diferenciado para os alunos então uma das colegas teve a ideia de falarmos sobre a diversidade musical . e assim fizemos começamos a colocar a fazer nosso planejamento e como sempre ele foi socializado para os demais colegas bolsista e foi refeito, já que cada planejamento intervenção planejada tem a colaboração de todos.
E com o planejamento em mão fomos para sala de aula aplicar a intervenção. Começamos com uma dinâmica na qual a resposta era em musica logo após apresentamos a eles as regiões brasileiras e suas diversidades, atrelado aos ritmos musicais nessa hora nos perdemos um pouco, pois ao invés de focarmos nos ritmos entramos em outros assuntos. Por se tratar de um assunto da matéria de geografia, não estávamos preparadas para falar sobre o mesmo, pois regiões brasileiras é um assunto muito amplo e talvez por isso e por falta de estudo da nossa parte não conseguíamos focar no que estava no plano de aula.
Nos dia que seguintes nos focamos mais no assunto e deu para apresentar o que realmente queríamos, apresentamos a eles, um mapa contendo regiões brasileiras e seus ritmos e revisamos o que foi dado no dia anterior pedimos a eles que construíssem um texto sobre o assunto e por mais que tenhamos nos equivocado em alguns n a hora da aplicação da intervenção percebemos que eles aprenderam assunto e participaram de foram ativa das intervenção , já no último dia fizemos uma brincadeira torta na cara com as musicas apresentadas no dia anterior revisando o assunto memento muito agradável pois percebemos que por mais que tenho nos equivocado o assunto que foi dado os alunos compreenderam.
Essa intervenção serviu de aprendizado pra todos nós mais pra me foi de forma especial percebi que para ser um bom professor tenho que estar bem preparada e não dar para atuar em  sala de aula sem domínio do que vai fazer pois os alunos que ali estarão esperando por uma, minhas orientações não são tabulas raças e  estão atentos a tudo que será feito. Diante disso percebo que ser professor não é tarefa fácil, mais com dedicação e muito estudo da sim para ser um profissional de qualidade. Como mediadora de conhecimento aprendi que ao informa algo a alguém tenho que ter certeza do que estou fazendo, pois quem recebi suas informações merece toda minha dedicação e respeito.




terça-feira, 17 de janeiro de 2017

oficina diagnostica ano 5

Mais um ano se inicia desta feita ficamos apreensivas sem saber se continuávamos ou não no programa no programa de iniciação a docente ou não por conta de cortes que o governo pretendia fazer, por fim resolveram continuar com os projetos e assim fomos pensar nas nossas intervenções.
De inicio fui logo surpreendida com as mudanças feitas pela nossa coordenadora, pois a mesma mudou as equipes e seus supervisores confesso que no momento não gostei muito pois gostava da equipe que já vinha trabalhando desde 2014.
Senti muitoa falta de Mary e de Camila, juntas que apesar de não concordarmos em todo,éramos um trio trabalhava, juntas e misturada  e no final tudo acabava dando certo,hoje o que me restou foi Camila e continuaremos discordando brigando no face porem trabalhando. Enfim a parte boa de mudar de equipe foi passar a trabalhar com a professora jocelice que temqualidade profissional e uma disponibilidade para ajudar que dispensa comentários, tanto quando quanto a minha antiga supervisora a professora lucia. Umaoutra decepção dessa mudança é que achei que eu fosse trabalha com rosiara porém ela foi pro meu grupo antigo e não tive a oportunidade quem sabe em outro momento, mais deixo aqui minhas lembranças boas do passado e passarei a preserva e trabalhar no presente.
Desta feita fomos induzidos pela coordenadora a pensar em uma oficinadiagnostica que possibilitaria a nós conhecermos a nova turma que por sua vês era de 5 ano onde os desafios com certeza serão maiores, assim fizemos, apesar de já termos trabalhado contos e fabulas com eles optamos por continuar com esse gênero porque queríamos saber até aonde  a turma  já tinha avançado, até por que entramos na escola no mês de agosto e todo um trabalho já tinha sido feito pelas professoras até o momento e assim fizemos.
Escolhemos a fabula o coelho e o sapo que trata da questão da esperteza e também das consequências que a vida alheia pode trazer aquém tanto se importa. Como de costume já nas reuniões fizemos o plano e apresentamos aos demais colegas para uma possível correção e sugestõespara a reconstrução do plano, nesse dia ficamos sabendo pela coordenadora que deveríamos ter feito algo mais atual que chamaria mais atenção dos alunos concordamos com ela porém continuamos com o nosso plano, e nós propusermos que nas próximas intervenções adotaríamos temas atuais pois sabemos das necessidades dos alunos de mudança e uma vês que a sociedade muda a escola também acompanha essa mudança, para não se torna algo chato e enfadonho. Voltando ao plano recebemos todas as criticas e sugestões e reconstruímos o nosso plano, como sempre de forma conjunta e compartilhada.
No primeiro dia de intervenção, fizemos uma dinâmica onde os alunos deveriam desenhar um animal que o representar-se, e explicaria o desenho se alto apresentando, confesso que fiquei um pouco frustrada nessa dinâmica pois nem todos os alunos quiseram falar o porque do seu desenho coisa mais que natural para o primeiro dia, no entanto não justificável, já que estamos falando de alunos do quinto ano, ao termino das ,apresentamos as fabula para eles, e aplicamos as atividades dividas por nível silábico, depois do intervalo que dura de 15 horas as 15 e 30, pedimos a ele que refizessem a fabula e mudasse o final de acordo com o entendimento de cada um. Vale ressaltar queto do instante o conhecimento prévios deles a cerca do assunto foi questionado e cada resposta levada em consideração
E assim foi feito, eles refizeram o conto e passamos para a parte lúdica da oficina a construção do sapo já que ele foi o protagonista da fabula, construímos junto com os alunos  um porta lápis com garrafa pet e emborrachado. No segundo dia de intervenção, cada bolsista sentou com seus respectivos alunos e fizemos a correção do texto, sendo que já tínhamos feito a correção em casa de cada aluno e sentamos para vê onde eles acertaram, e onde precisava melhorar, tudo realizado e observado pelos olhos atento da professora supervisora Jocelice e assim foi nossa oficina diagnostica, feita no chão da escola que é onde nó tornamos professores e fato.  



 




sexta-feira, 11 de março de 2016

No dia 2 de março de 2016 eu, juntamente com demais colegas bolsistas, supervisoras coordenadora e a pesquisadora nos reunimos  mais uma vez,  para um mais um encontro do PIBID desta feita, a coordenadora e a supervisora propôs para nós uma oficina, mais precisamente um atelier bibliográfico, onde pudemos expressar  as experiências vividas no PIBID, confesso que não escolhi  uma só experiência e sim toda a trajetória, pois considero que cada momento foi imprescindível para fazer com que nosso aprendizado.
 


E por isso costurei no meu retalho um caminho para relembrar minha trajetória no curso. 

Esse caminho começa exatamente assim, uma folha verde que representa a esperança de estar em um programa que oportuniza a sua entrada na docência, fazendo com que de fato você se torne, professora, pois o mesmo atrela teoria com pratica, levando o discente ao chão da escola mostrando a ele a realidade da profissão .O retalho preto retrata os meus medos, minhas duvidas e as ansiedade de estar participando de algo novo, o retalho preto florido significa que os medos estão saindo de cena para dar o lugar, as certezas, e a segura que adquiri, no decorrer do curso, já o coração florido me lembra que todo que foi almejado e  planejado,  com muitas lutas, dificuldades foi executado, com muito amor e dedicação. E por fim a seta que indica um caminho que pretendo seguir já que a formação é continuada e o aprendizado se dar por toda vida não pretendo para na graduação.
Diante disso foi no ano de 2014 que se iniciou essa longa trajetória de busca pelo aprendizado logo de inicio no primeiro encontro a coordenadora nos orientou sobre a importância de produzirmos um memorial, onde constaria toda nossa trajetória escolar relatando partes importantes, desde as series iniciais, até achegada à universidade. Memorial esse que é fundamentado teoricamente, nos estudos feitos nas rodas de conversa, e que continua sendo construindo a cada passo que danos no decorrer do curso.
E como sempre acontece comigo fui contemplada por minha colega Mariana, para ler o meu memorial para todos os demais, sendo assim passei a elaborar meu memorial e fui me dando conta de como escrever não é tarefa fácil e tive que fazer e refazer varias vezes, por conta da minha falta de experiência na escrita, porém  pra isso tive a orientação  da coordenadora que foi imprescindível para a elaboração pois foi a partir das orientações que aprendi a organizar as minhas ideias. Dessa forma consegui elaborar meu texto e partilha para com os colegas.
                                                                                                                                               
E durante esse período de dois anos tivemos encontros e atividades diversas como: rodas de conversa, oficinas, leituras, participação nos fóruns do moodle, produções escritas tipo, resenhas, mapas conceituais, assistimos filmes, construção de blogs e elaboramos os roteiros de observação de entrevista e questionários para a visita na escola. Cada etapa dessas foi imprescindível na construção do meu conhecimento, destaco aqui as construções de resenhas, relatório e mapa conceituais, pois a dificuldade na escrita sempre foi um dilema na minha como se torna professor sem saber escrever direito, não me tornei uma escritora de excelência mais o PIBID vem  me ajudando a superar  essa dificuldade na medida em que a escrita é  compartilhada para que os demais colegas venha opinar, seja nos blogs no moodle, trazendo cada um do seu jeito uma contribuição para minha formação já que não somos detentor do conhecimento, muito pelo contrario ele se dar de forma conjunta     .
            E Toda essa etapa foi importante, pois depois de muita leitura e muito debate fomos para a escola e é preciso entender o contexto escolar, antes mesmo de entrarmos nela, precisamos nos desfazer de todo os preconceitos. Segundo VIANA: O observador tem que se preparar teoricamente antes de ir a campo para que ele possa conhecer a cultura do observado e conhecer os problemas existentes e assim ter sucesso na pesquisa. Vale ressaltar que a pesquisa etnográfica deve abranger o ensino e a aprendizagem no contexto mais amplo e não ficar restrito a sala de aula.                                                                                                                                                                                                                                           
Ao entramos na escola pode compreender o contexto escolar assim também como as relações que existe entre os sujeitos envolvidos nela, a importância do papel do professor seguida da gestão e dos outros atores sócias da escola. E quando  começamos a pratica de fato o ato docente dia a pós dia no chão da escola tínhamos que fazer e muitas das vezes refazer os planos de aulas pois havia uma demanda a ser atendida e dificuldades a ser superada do tipo alunos com níveis diferentes que, tínhamos que ter o compromisso levar para eles atividades que atendesse a suas necessidades, e era muito prazeroso ver que todo seu esforço foi compensado quando vimos que os que não liam fluentemente passavam a ler ou aqueles não tinha uma boa escrita, passaram a escrever formalmente e toda essas conquistas só foi possível por conta dessa trajetória de leitura escrita reescrita, debates dando opiniões  e ouvindo a opiniões dos colegas das coordenadoras e supervisora e assim foi aprendendo e ensinando de forma conjunta e compartilhada.
Desta forma vou tornado minha formação docente mais prazerosa e realista possível, pois só sabe o que é ser professor quem realmente estar pronto pra encarar de fato os desafios da profissão que  a cada dia que passa só aumenta e infelizmente a graduação por si só não da conta de nós forma profissionais capazes de enfrentar essas dificuldades.
Vale ressaltar que vivemos em um país onde a educação infelizmente não é prioridade,  ainda falta muita coisa a ser feita para a educação melhorar, porém é através de programas educacionais  como o PIBID que temos uma qualificação, pois o mesmo  permite o ingresso de discentes como assim  eu  em sala de aula, proporcionado tanto a qualificação desse futuro docente quanto a interação dele com a comunidade e a realidade escolar e é essa interação que faz toda diferença na educação.










segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

VII INTERVENÇÃO


Mais uma vez sentamos e nos reunirmos para decidimos como trabalhar, uma vez que já tínhamos trabalhado durante todo ano com o  método socio linguístico e os aluno já estavam cansados do mesmo modelo de atividades e confesso que eu também  que já estava me sentindo repetitiva, na maneira de conduzir as intervenções. Quando enfim em meio  as discussões do que se trabalhar, a professora Lucia nos propôs trabalha com contagem e recontagem de historia porém dessa vez de forma lúdica e foi o  que fizemos. 

Trabalhamos  a historia "A HISTORIA DOS BICHOS". passamos a planejar a aula, optamo assim por dar continuidade ao método já trabalhado  porém a ludicidade apareceria nos 3 e  4 dia de intervenção. Chegado o dia da aula tivemos um imprevisto a atividades não estavam prontas dessa forma optamos por mudar plano trabalhamos primeiro a parte lúdica da aula depois as atividades e assim visemos. 

 


 

 Após contarmos a historia para as crianças pedimos a eles que reproduzirem  os animais do texto dessa fez além da escrita eles fizeram mascaras doa animais da historia e um painel recontando a historia. As atividades de linguagem separadas por níveis as reescrita do texto fizemos os últimos dias de intervenção.



 



confesso que essa intervenção foi a mais prazerosa de ser trabalhada pois acredito que a criança aprende brincado, usando a sua imaginação e colocando suas criatividades em pratica não é porque não estão mais na educação infantil que não pode brinca, pelo contrario, o ensino  se tona mais tranquilo o controle de sala se dar de forma tranquila e harmoniosa  e o interesse em fazer as atividades e de todos. Para PIAGET. O principal objectivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram.diante disso é significativo sim trabalhar de forma ludica e criativa com as crianças. 





quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

VI INTERVENÇÃO 
Dando continuidade a nossas intervenções, optamos por trabalha a fabula o lobo e o cão que fala sobre a liberdade, de ser livre para fazer suas escolhas. Começamos por indagar os alunos sobre a importância de ser livre e da forma que podemos usar essa liberdade, seguimos com a leitura da fabula e as atividades. Podemos perceber os avanços de alguns dos alunos aqueles que mudaram de níveis até aqueles que estão em transição o interesse e dedicação em fazerem as atividades, claro que sempre tem aquele que resiste em fazer mais com jeito e paciência conseguimos convence-los em realizar as atividades. Outra gratificação que tive nessa intervenção e a reescrita que propormos a eles a cada texto feito são notórias a compreensão, tanto da estrutura quanto da reconstrução dos textos no qual eles utilizam da sua criatividade para contar suas próprias historias.  E como diz Emília Ferreiro (...). Por trás da mão que pega o lápis, dos olhos, que olham dos ouvidos que escuta ha uma criança que pensa. (..) A escrita da criança não resulta de simples cópia de um modelo externo, mas é um processo de construção pessoal.  
Diante disso é muito prazeroso saber eu estamos no caminho certo utilizando a teoria em favor da pratica e fazendo a diferença na vida dessas crianças. Claro que temos muito que melhorar porem  o pouco que fazemos esta dando resultado e é isso que nós torna professor vê progressão de seus alunos.





terça-feira, 13 de outubro de 2015

ANALISANDO A GESTÃO DE CLASSE

Após a leitura e discussão do texto. Pesquisas contemporâneas sobre o saber docente.  fomos para sala de aula observa a aula da professora Maria Lucia do 4 ano, ao chegar na sala percebemos que a professora seque uma rotina diária ação essa que acho imprescindível para os alunos saberem o que fazer e a hora certa de cada momento da aula. Essa postura da professora mantem uma ordem e certa disciplina na sala de aula e sobre isso Gauthier diz: O planejamento da gestão de classe incluir rotinas capazes de prever deslocamentos fluidos nos espaços e transições rápidas entre as atividades, permitindo assim empregar muito mais tempo nas atividades escolares. E sem essa rotina sabemos que fica praticamente impossível de manter a sala em ordem e de dar aula. Um dos momentos importante da aula foi quando a professora chamou todos os alunos um por fez para participar da aula e foi de forma muito gratificante de ver todos indo e participando da aula de geografia e empolgados com o mapa do Brasil e suas curiosidades.
Uma aula bem planejada e bem aplicada é de inteira importância para o aprendizado dos alunos e essa interação que há entre professor- aluno faz com que esse aprendizado sege mutuo e os conhecimentos de ambos compartilhados. No seu texto Guthier cita Clark e Dunn (1991) que diz que o trabalho se efetua de modo muito mais eficaz se os professores conhecem aqueles que vão ensinar a quem vão ensinar e se sabem em que momento assumir o controle ou a liderança da classe.   Esses momentos de observação têm contribuído muito na minha formação, pois a cada oportunidade dentro de sala de aula percebo o ser professor nas suas complexidades e nos seus momentos de gloria também porque por mais que se critique o professor, principalmente o da escola publica há sim pessoas comprometidas com a educação e querendo fazer a diferença dentro da sala de aula.